Agente da GM Blumenau é "punido" após denunciar irregularidades na corporação.
Após várias irregularidades cometidas no serviço por determinado grupo, um agente da Guarda Municipal decidiu formalizar denúncia para instauração de processo administrativo, e o resultado foi o oposto do que se esperava: os infratores ganharam cargos comissionados, e o denunciante foi punido.
O cidadão brasileiro têm mesmo motivos para se decepcionar com a política do país. O Brasil é a terra do "tudo-pode", onde cada um quer fazer o que quiser, beneficiar amigos, mas não quer que o peso da justiça lhe caia nos ombros. É o caso de uma irregularidade ocorrida aqui na cidade, quando um agente da GM após verificar várias irregularidades, resolveu denunciar um dos casos à Presidência da autarquia. Porém, o resultado foi o mais abusrdo possível: os infratores, que deveriam ser punidos, ganharam até cargos de confiança, com remuneração extra; já o agente que fez as denúncias foi punido com a chamada "troca técnica", ou seja, foi retirado do serviço que executava, e alocado em outro setor.
Aconteceu, no dia 21 de março de 2015, sábado, quando do plantão da equipe “B”, a comunicação do furto da moto Honda/CG 125, sendo esta de propriedade do GM Neto, no bairro Tribess. A informação foi repassada de imediato aos demais agentes pelo aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, além de grupos a que estes pertencem.
Porém, no período vespertino, aproximadamente às 14:30h, compareceram
no departamento da Guarda Municipal, dois GMs que pegaram as chaves de VTR VW/Parati, placas MFY-5272, de Blumenau-SC, após ordem de Diogo dos Santos, também agente da GM, e suplente do vereador Célio Dias, ambos do PR.
A viatura foi usada para buscas a pessoas suspeitas de terem cometido o
roubo/furto, em locais eventualmente prováveis que pudesse estar o veículo, tanto que, em determinado momento, um dos agentes solicitou via rádio a localização de uma rua, para poderem adentrar ao local. A viatura, devidamente caracterizada, foi usada e abastecida pelos GMs durante todo o período da tarde e entregue às 21:30h, aproximadamente. O fato que descontentou a todos, foi ordenado pelo agente Diogo - que nem sequer possui curso de formação para atuar - que solicitou um veículo público para fins particulares, por agentes que nem sequer estavam de serviço, mas simplesmente, por serem seus amigos pessoais. O GM Diogo já havia assumido uma cadeira no Legislativo Municipal, quando o vereador Célio Dias fora impedido de assumir o cargo por haver suspeita de envolvimento na compra de votos nas eleições de 2012, conforme noticiado na imprensa. Além disso, o vereador é o relator da proposta que aumenta o número de vereadores no múnicípio, e que têm rejeição da Sociedade Maçônica Regional (Somar), e da Camara de Dirigentes Logistas (CDL) de Blumenau. Para o desânimo da corporação, tanto o vereador quanto o seu suplente, jamais apoiaram ou se pronunciaram efetivamente aos fatos relativos aos benefícios ao Guardas Municipais de Blumenau, embora ambos sejam também agentes da corporação. Desde que assumiram o controle da Guarda Municipal, um verdadeiro festival de irregularidades começaram a aparecer: agentes que não compareciam ao serviço, mas que recebiam pagamento integral e até com horas-extras; abonos por horas não feitas; saídas injustificadas e abonadas; distribuição de cargos para amigos; entre outras. Justamente, essas práticas partiam do vereador e de seu suplente, que pelo fato de serem os responsáveis para propor leis descentes aos munícipes, transformaram a coporação em um cabide de cargos para amigos e irregularidades.
Porém, no período vespertino, aproximadamente às 14:30h, compareceram
no departamento da Guarda Municipal, dois GMs que pegaram as chaves de VTR VW/Parati, placas MFY-5272, de Blumenau-SC, após ordem de Diogo dos Santos, também agente da GM, e suplente do vereador Célio Dias, ambos do PR.
A viatura foi usada para buscas a pessoas suspeitas de terem cometido o
roubo/furto, em locais eventualmente prováveis que pudesse estar o veículo, tanto que, em determinado momento, um dos agentes solicitou via rádio a localização de uma rua, para poderem adentrar ao local. A viatura, devidamente caracterizada, foi usada e abastecida pelos GMs durante todo o período da tarde e entregue às 21:30h, aproximadamente. O fato que descontentou a todos, foi ordenado pelo agente Diogo - que nem sequer possui curso de formação para atuar - que solicitou um veículo público para fins particulares, por agentes que nem sequer estavam de serviço, mas simplesmente, por serem seus amigos pessoais. O GM Diogo já havia assumido uma cadeira no Legislativo Municipal, quando o vereador Célio Dias fora impedido de assumir o cargo por haver suspeita de envolvimento na compra de votos nas eleições de 2012, conforme noticiado na imprensa. Além disso, o vereador é o relator da proposta que aumenta o número de vereadores no múnicípio, e que têm rejeição da Sociedade Maçônica Regional (Somar), e da Camara de Dirigentes Logistas (CDL) de Blumenau. Para o desânimo da corporação, tanto o vereador quanto o seu suplente, jamais apoiaram ou se pronunciaram efetivamente aos fatos relativos aos benefícios ao Guardas Municipais de Blumenau, embora ambos sejam também agentes da corporação. Desde que assumiram o controle da Guarda Municipal, um verdadeiro festival de irregularidades começaram a aparecer: agentes que não compareciam ao serviço, mas que recebiam pagamento integral e até com horas-extras; abonos por horas não feitas; saídas injustificadas e abonadas; distribuição de cargos para amigos; entre outras. Justamente, essas práticas partiam do vereador e de seu suplente, que pelo fato de serem os responsáveis para propor leis descentes aos munícipes, transformaram a coporação em um cabide de cargos para amigos e irregularidades.
Após a notícia da irregularidade chegar ao Presidente do SETERB, o GM denunciante foi afastado da função de Plantonista, sendo informado pelo diretor de trânsito - que também é amigo pessoal dos denunciados - que tratava-se de uma troca técnica. Ainda, segundo o GM, a autarquia não instaurou sindicância para a apuração dos fatos e que, segundo o mesmo, está em seu poder, gravações e imagens, além de depoimentos de colegas, que comprovam as várias irregularidades do grupo.
Nos seus mais de 15 anos atuando nesta função e quase 18 anos na Guarda Municipal, o agente nunca sofrera qualquer tipo de retaliação como essa, por qualquer motivo, e por isso, protocolou junto ao Ministério Público de Santa Catarina, no dia 05 de maio, uma ação contra os responsáveis e pediu, além de uma indenização por dano moral, a exclusão dos mesmos do quadro de funcionários da Guarda Municipal.

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